O calor, por Daniella Sarahyba
O verão está fervendo aí fora, termômetros lá no alto, areias em brasa, muito calor humano... Mas fique frio. A mais escaldante modelo brasileira vai ajudar você a entender melhor esse "aquecimento global"
O corpo humano fica sempre naquela chatice de 36,5ºC. Mas - sábia é a natureza! - nem todos. Sério. Esqueça os livros de Biologia, danem-se as aulas de anatomia. Acabamos de encontrar evidências científicas incontestáveis aqui. Descobrimos um exemplar da espécie que funciona numa temperatura acima dos demais. Seu corpo possui a incrível capacidade de atingir "mais de 40ºC", segundo ela própria.
Natural do Rio de Janeiro, ela sempre teve uma identificação com as áreas mais calorosas do nosso hábitat. Estrelou campanhas de biquíni para a grife Victoria's Secret, foi destaque da edição anual de trajes de praia da revista americana Sports Illustrated (em 2005, '06 e '07), tendo sido vista na capa de uma delas (a de '06), desfilou o corpo perfeito, verão após verão, nas areias de Angra e Ipanema, arrancando olhares cientificamente muito interessados.
Aos 24 anos, casada desde dezembro de 2007 com o empresário Wolff Klabin, ela chega em boa hora às páginas da Maxim. Com o verão brasileiro no auge, ninguém melhor que essa carioca ardente para ajudar você a entender os fenômenos do calor. Este ensaio será sua nova apostila de termologia. Enxugue o suor da testa, abra uma gelada e considere-se - mesmo se nem pisar na areia nesta temporada - um leitor pé-quente.
O que é quente no verão?
O Rio de Janeiro, o calor, a sensualidade... Tudo que é quente se torna mais sexy. Adoro fazer qualquer trabalho no calor. Amo fotografar de biquíni!
O que você pretende fazer no dia mais quente de 2009?
Estar no mar, em Angra. É o lugar que eu mais amo no mundo.
Qual a última festa quente que você foi?
Foi uma festa de um casal de amigos, em São Paulo, em março passado. Acabou todo mundo pulando de roupa na piscina. Foi muito calor humano...
O que deixa você com a cabeça quente?
Mexerem com a minha família.
E qual o melhor jeito de esfriar?
Dando um mergulho no mar. Eu sinto muita falta de nadar no mar quando estou em Nova York. De verdade.
Como era tomar sol com 14 anos e ser cantada por caras de 50?
Sempre foi normal, porque com 12 anos eu já tinha essa altura [1,78 m], e com 14 meu corpo já era quase como é hoje. Sempre fui muito mulher para minha idade. Cresci rápido demais. Meu pai faleceu quando eu tinha dez anos, comecei a trabalhar aos 11, fiz minha primeira viagem internacional aos 13... Na verdade, eu não tenho o menor saco para cantada de velho, mas teve uma muito boa. O cara chegou para mim e disse: 'Dani, você é linda, mas tem a idade do uísque que eu bebo'.
A propósito, você faz topless?
Nunca! Já fui para Sardenha, estava todo mundo de topless, mas eu não consigo. Nunca fiz nem foto de topless.
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