O stand up paddle já era praticado pelos vovôs polinésios que colonizaram o Havaí, mas nos últimos meses virou moda em litorais ensolarados do mundo tod.
No Guarujá, em Florianópolis ou no Rio de Janeiro, onde o jornal O Globo mancheteou em julho "Stand up paddle começa a tomar praias do Rio", a modalidade (com perdão do trocadilho idiota) está na crista da onda.
A prancha usada é mais grossa, larga e comprida - no surfe tradiocional, ela varia entre 6 e 7 pés; no stand up paddle, varia entre 10 e 12 pés.
Logo, também é mais pesada, algumas chegam a ter mais de 10 kilos. Ao contrário do surfe normal, no stand up paddle você não se movimenta deitado, remando com os braços, mas sempre em pé, usando o remo, mesmo quando não está descendo uma onda.
Isto é possível porque a prancha-gigante tem muito mais estabilidade, tornando-se quase uma canoa. Na foto, Aaron Napolean acelera numa onda respeitável para vencer o Ku Ikaika Challenge, na praia de Makaha, em fevereiro deste ano. |