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Planta Carnívora
Fiorella Mattheis ficou conhecida como a vilã Vivian, da novela Malhação. Agora, ela está filmando seu primeiro longa, Dores e Amores. Entre uma pose (deliciosa) e outra, ela solta o verbo sobre teste do sofá, cantadas e seu nome, que significa "florzinha"
Por: Serena Calejon Fotos: Felipe Lessa

Ser linda ajuda ou atrapalha? Acho que esta coisa do impacto, da pessoa olhar e... ficar cheia de idéias [risos], ajuda. Abre portas. Mas depois pode atrapalhar. Depende da forma como você conduz. Se for ficar só em cima disso, não vai chegar a lugar nenhum. Mas se você mostrar outros lados além da beleza, esquecê-la e investir em tudo, menos isso, dá certo.

Você só tem 20 anos e seu nome significa florzinha. Mas sua postura é determinada e forte. Explique.
Amo meu nome! Acho que é diferente, não é feio e ao mesmo tempo marca. Marcela, Isabela, Fiorella, não tem nada de estranho. Em relação à minha postura é uma questão de personalidade, não de idade. Existem pessoas que podem ter muito mais experiência de vida, mas que não têm a determinação que eu tenho. Isso vai de pessoa para pessoa. Os meus pais falam que eu era uma criança adulta. A questão de ter começado a trabalhar muito cedo também influenciou. Eu sempre soube o que queria, nunca fui muito indecisa.

Aproveitando a deixa do tema trabalho, para se dar bem como atriz, rola aquele mito do teste do sofá?
Olha, cada um sabe o seu limite e sabe o que é capaz de fazer para conseguir alguma coisa. O teste do sofá existe sim, mas não é uma coisa assim explícita. Se a pessoa se insinuar e você der corda, vai rolar alguma coisa que pode resultar num papel. É uma troca de favores. Mas não é este o caminho que eu vou seguir. Só que eu não julgo ninguém, porque não sei o dia de amanhã. Eu posso me apaixonar por alguém, sem ambição, e vão me julgar achando... Eu prefiro não julgar.

Você já viajou bastante. O que você curtiu mais lá fora do que aqui no Brasil?
Já morei no Japão, Hong Kong, Itália, Grécia, Alemanha, e Inglaterra. Agora estou numa fase mais centrada no Rio de Janeiro. De todas as cidades Londres me conquistou pelo seu astral. Você anda na rua e as pessoas não ficam sorrindo, cumprimentando quem não conhecem. Os homens não ficam assediando. Lá você passa normal, como todo mundo. Acho que tem que ser assim, cada um na sua. Eu gosto do calor brasileiro, tanto é que voltei para morar aqui. Mas esta praticidade que se tem em Londres é muito bacana. Tudo se resolve fácil. No Brasil é impossível cancelar uma linha de telefone. Lá você compra e cancela no mesmo segundo.

Você acha ruim, que no Brasil os homens mexam com as mulheres?
Eu acho uma falta de respeito. Você sai na rua e os caras ficam recolhendo a baba. É um absurdo, cara! A gente se acostuma com uns absurdos na vida, mas não pode se acostumar. Faço cara feia, mando língua, fico encarando. Faço o caramba quando o cara se excede um pouco. Eu detesto, detes- to. Quer perder as esperanças comigo é ficar "slrrrp" [nossa transcrição para a onomatopéia do ato de recolher a baba].

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